sexta-feira, 23 de maio de 2008

Métodos anticoncepcionais ou contraceptivos


Qual é o melhor método anticoncepcional ou de contracepção?
Todas as mulheres e homens devem ter controle sobre quando desejam ter filhos. Não é fácil escolher entre os métodos anticoncepcionais, ou contraceptivos, já que há muitas coisas a considerar. Aprender sobre os métodos anticoncepcionais que você ou seu parceiro podem usar, e conversar com um profissional da saúde, são duas boas formas de começar.Não há "o melhor" método anticoncepcional. Cada contraceptivo tem suas vantagens e desvantagens. Alguns métodos funcionam melhor do que outros para prevenir a gravidez. Pesquisadores estão sempre trabalhando no desenvolvimento e aprimoramento dos métodos anticoncepcionais.


Na escolha do método anticoncepcional você deve levar em conta:


•Sua saúde geral.
•Com que freqüência tem relações sexuais.
•A quantidade de parceiros sexuais que tem.
•Se deseja de ter filhos no futuro.
•A eficiência de cada método em prevenir a gravidez.
•Qualquer efeito colateral potencial.
•O seu nível de conforto usando o método.


Tenha em mente que nenhum método anticoncepcional previne a gravidez sempre. Métodos anticoncepcionais podem falhar. Porém, você pode elevar bastante a eficiência do método anticoncepcional usando-o sempre corretamente. A única forma de ter certeza que nunca engravidará é não ter relação sexual (abstinência).

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Gonorréia








Conceito

Doença infecto-contagiosa que se caracteriza pela presença de abundante secreção purulenta (corrimento) pela uretra no homem e vagina e/ou uretra na mulher. Este quadro frequentemente é precedido por prurido (coceira) na uretra e disúria (ardência miccional). Em alguns casos podem ocorrer sintomas gerais, como a febre. Nas mulheres os sintomas são mais brandos ou podem estar ausentes (maioria dos casos).



Sinônimos

Uretrite Gonocócica, Blenorragia, Fogagem


Agente

Neisseria gonorrhoeae




Complicações/Consequências

Aborto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Doença Inflamatória Pélvica. Infertilidade. Epididimite. Prostatite. Pielonefrite. Meningite. Miocardite. Gravidez ectópica. Septicemia, Infecção ocular (ver foto abaixo) , Pneumonia e Otite média do recém-nascido. Artrite aguda etc. Assim como a infecção por clamídia, é uma das principais causas infecciosas de infertilidade feminina.



Transmissão

Relação sexual. O risco de transmissão é superior a 90%, isto é, ao se ter um relacionamento sexual com um(a) parceiro(a) doente, o risco de contaminar-se é de cerca de 90%. O fato de não haver sintomas (caso da maioria das mulheres contaminadas), não afeta a transmissibilidade da doença.



Período de Incubação

2 a 10 dias



Tratamento

Antibióticos.



Prevenção

Camisinha. Higiene pós-coito.

Dst's

São doenças infecciosas que se transmitem essencialmente (porém não de forma exclusiva) pelo contato sexual. O uso de preservativo (camisinha) tem sido considerado como a medida mais eficiente para prevenir a contaminação e impedir sua disseminação.
Vários tipos de agentes infecciosos (
vírus, fungos, bactérias e parasitas) estão envolvidos na contaminação por DST, gerando diferentes manifestações, como feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.
Algumas DST são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas corretamente. Outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de DST os sintomas levam tempo para tornam-se perceptíveis ou confundem-se com as reações organicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde.
Certas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves como
infertilidade, infecções neonatais, malformações congênitas, e aborto (no caso de gestantes), câncer e até a morte.





terça-feira, 1 de abril de 2008

Herpes




Os vírus herpes simples (VHS) tipo 1 e tipo 2 são ambos da família herpesvirus humanos, a qual ainda inclui o citomegalovírus, o Epstein-Barr vírus, varicela zoster vírus e herpesvirus humanos específicos (Kaposi). A principal característica dos herpesvírus é a de produzir infecções latentes, potencialmente recorrentes. A latência se desenvolve a partir da sobrevivência do material genético do vírus dentro de células hospedeiras, sem produção de partículas infectantes.
A infecção genital pelo VHS é adquirida a partir do contato de superfícies cutâneas (pele) ou mucosas genitais com os vírus infectantes. Sendo um parasita celular obrigatório (é desativado pela perda de umidade à temperatura ambiente), é pouco provável que se transmita por aerossol (gotas microscópicas) ou fômites (peças de vestuário íntimo, assento do vaso sanitário, papel higiênico, etc.), sendo o contato sexual, orogenital ou genito-anal e gênito-genital, o modo habitual de transmissão.
Acredita-se, a exemplo de outras infecções genitais, que o VHS penetre no corpo humano por pequenas escoriações (raspados) ou fissuras na pele ou mucosas, resultante do ato sexual. Após sua infecção, o VHS é transportado através dos neurônios (nervos), com isto podendo variar seus locais de recidiva. Na infecção inicial a gravidade das lesões será diretamente proporcional à imunidade da pessoa, disto também dependerá a freqüência e gravidade das recidivas. A pessoa que teve infecção anterior pelo VHS oral poderá ter uma infecção pelo VHS genital atenuada (menos grave) pela presença de anticorpos cruzados.
Não existe até o presente momento, cura para qualquer tipo de herpes. Todo o tratamento proposto visa aumentar os períodos de latência em meses e até anos. A partir de diagnóstico clínico e laboratorial, medidas higiênicas devem ser tomadas para o indivíduo e sua/seus parceiros sexuais. Em mulheres grávidas, maiores cuidados em relação ao feto devem ser adotados, mesmo que o diagnóstico não tenha sido na gestante e sim no seu parceiro sexual. Este, infectado, deve evitar o coito durante a gravidez ou fazê-lo de modo seguro.
Como adquiri isto ? Pergunta freqüente de consultório, sempre implicando em "infidelidade". Esta pode estar presente, sem dúvida, mas grande parte dos infectados é assintomático até sua primeira crise herpética, num intervalo que pode ser de muito tempo e depois de vários relacionamentos amorosos.
Lembro aqui que o perigo maior de contágio está nas lesões por recorrência quando então o indivíduo deve se proteger para não transmitir durante a atividade sexual.
Fatores que baixam a imunidade, como gripes ou resfriados e o stress podem contribuir para tornar as recidivas mais freqüentes. Por isto pacientes aidéticos podem ser cronicamente molestados por esta doença. Não há evidências médicas de relação do herpes com qualquer tipo de câncer humano.

terça-feira, 25 de março de 2008

HPV



O HPV, Human Papiloma Virus, é um vírus que vive na pele e nas mucosas genitais tais como vulva, vagina, colo de útero, e pênis.
Na figura acima pode-se perceber como o vírus, mostrado artisticamente como bolinhas, vive dentro das células e se prolifera.
Nos genitais existem duas formas de manifestação clínica.

As verrugas genitais que aparecem na vagina, pênis e anus.
Existe uma outra forma, que é microscópica, que aparece no pênis, vagina e colo de útero.

Trata-se de uma infecção adquirida através de contato sexual.
O mais importante nesta doença é que existe uma associação entre alguns grupos de papiloma vírus e o câncer de colo de útero.
Seu diagnóstico de suspeita é feito através do papanicolau ou a colposcopia e o diagnóstico de certeza é feito através de biópsia da área suspeita.
Existem também exames que identificam o tipo do vírus e se os mesmos são cancerígenos.
O tratamento do HPV é por destruição química ou física das lesões sempre indicado e realizado por médico especialista. Leia mais sobre tratamentos
O Papiloma Virus ou Human Papiloma Virus pode se alojar tanto no colo do útero como na vagina e na vulva.
Na vulva ele causa a doença chamada condiloma genital ou popularmente conhecida no Brasil como "crista de galo".
Na vagina e no colo do útero ele normalmente se apresenta com lesões microscópicas que só podem ser descobertas através do exame de papanicolau ou a colposcopia.
No homem ele pode se manifestar por verrugas no pênis ou de maneira microscópica.
É muito importante que o parceiro seja encaminhado para exame com um urologista para procura de lesões e tratamento se forem encontradas. Leia também: HPV no Homem

terça-feira, 18 de março de 2008

Cancro Mole


Conceito

Ulceração (ferida) dolorosa, com a base mole, hiperemiada (avermelhada), com fundo purulento e de forma irregular que compromete principalmente a genitália externa mas pode comprometer também o ânus e mais raramente os lábios, a boca, língua e garganta. Estas feridas são muito contagiosas, auto-inoculáveis e portanto, frequentemente múltiplas. Em alguns pacientes, geralmente do sexo masculino, pode ocorrer infartamento ganglionar na região inguino-crural (inchação na virilha). Não é rara a associação do cancro mole e o cancro duro (sífilis primária).


Sinônimos
Cancróide, cancro venéreo simples, "cavalo"


Agente
Haemophilus ducreyi


Complicações/Consequências
Não tem. Tratado adequadamente, tem cura completa.


Transmissão
Relação sexual com pessoa contaminada.


Período de Incubação
2 à 5 dias.


Tratamento
Antibiótico.

Prevenção
Camisinha. Higienização genital antes e após o relacionamento sexual.
Escolha do(a) parceiro(a).

segunda-feira, 17 de março de 2008

10 Motivos para usar camisinha + pílula


01
A camisinha é prática e barata. E permite que você esteja no comando da situação: sem ela, não rola.
02
Retirar o pênis da vagina antes da ejaculação não garante nada: já durante um amasso, o pênis pode liberar gotas de liquido seminal que contém espermatozóide.
03
Alguns vírus e bactérias podem ficar mais de dez anos no corpo sem se manifestar.
04
Ejacular na virilha ou na coxa é arriscado: o sêmem pode escorrer para o canal vaginal e há risco de gravidez.
05
O HPV pode ser contraído numa transa, num amasso e até compartilhando toalha de banho ou sabonete infectados.
06
Tabelinha é roubada. O ciclo menstrual em jovens é bem irregular. Impossível saber o dia certa da ovulação.
07
A aids é uma doença que hoje está sob controle, mas ainda não tem cura. Não é nada inteligente manter uma prática sexual de risco.
08
Camisinha e pílula têm eficácia comprovada ( gravidez não é o fim do mundo, mas o legal é ter um filho na hora certa).
09
Os dados oficiais sobra IST´s não deixam dúvidas: hoje existem dois casos de aids em garotas jovens para cada caso em meninos.
10
Com a pílula, se a camisinha estourar acidentalmente, não há risco de engravidar.


Obs: Os próximos posts serão mostrando as doenças,como são,como tratar,sintomas,essas coisas ;D